“Com o tempo eu comecei a estudar profundamente sobre Spitz — e me encantei pelos chocolates.
Reservei a Cookie, mas a venda não aconteceu.
E foi ali que nasceu meu hiperfoco: entender de verdade e fazer do jeito certo.
Vieram a Mylka e o Toddy, e junto com eles cresceu a certeza de que tudo isso tinha propósito. Até que encontrei a Brownie, recém-nascida — e ali a ideia da criação começou a ganhar forma.”
“Não era apenas sobre ter cães lindos: era sobre criar com responsabilidade, bem-estar e transparência. Como o plano envolvia criação responsável, eu pensava que precisaria do macho chocotan também — e assim surgiu o Alfajor.
Enquanto esperávamos a Brownie, eu me apaixonei pela Avelã, do mesmo canil.
Com o tempo, detectamos um problema na audição do Alfajor, e ele não pode ser reprodutor.
E foi com consciência e respeito que seguimos o caminho certo: trouxemos o Oreo.”
“Pensando em registrar os recém-nascidos com carinho, surgiu a ideia de um berço de crochê para as fotos.
E como toda boa ideia que nasce dentro de casa… ela cresceu.
Começamos a testar também a produção de bolsas, brinquedos e acessórios, sempre com o mesmo padrão:
curadoria, cuidado e aquilo que faz sentido na rotina real com Spitz.
E muita coisa boa ainda vem por aí.”